Adaptador Bluetooth USB

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Bluetooth USB Dongle

Há algum tempo comprei um celular com Bluetooth. Contudo, só havia utilizado essa função para transferir fotos de um celular para o outro, pois o meu notebook não tem uma interface deste tipo. Em fim! O fato é que comprei um notebook novo e o mesmo também não tem Bluetooth. :-( Simplesmente, não consegui achar um notebook a um preço razoável, com a configuração que eu gostaria e ainda por cima com Bluetooth. O jeito foi sair pra comprar um desses adaptadores Bluetooth USB (chamados de Bluetooth Dongle). Escolhi o menor e um dos mais baratos que encontrei (foto acima). Ele não tem nem marca. :-) Ele aparece no sistema como sendo da empresa Cambridge Silicon Radio, Ltd, mas essa é a empresa que fabrica o chip interno que é o coração do adaptador. Com certeza, uma outra empresa comprou o chip e o encapsulou na forma de um adaptador, mas essa não se deu nem ao trabalho de colocar o seu nome no produto. O fato é que o adaptador funciona muito bem. Testei no Vista e no Ubuntu Jaunty. Basta inserir o adaptador em uma entrada USB e (uns 2s depois) aparece um ícone com o símbolo do Bluetooth na barra do Gnome. Para se conectar ao dispositivo, basta um click com o botão direito do mouse. Muito fácil e funciona muito bem! Para melhorar ainda mais a experiência, aconselho instalar o pacote blueman que substitui o software padrão do Ubuntu Jaunty e apresenta muito mais funções.

Instalando o Ubuntu no HP Pavillion DV4-1283

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DV4-1283cl

Troquei meu notebook! Eu estava cansado de carregar um ASUS de 3,5kg para todo lado. Estava procurando um notebook com uma boa configuração e tela de 14 polegadas. O notebook escolhido foi o HP DV4-1283cl Pavilion Entertainment PC.

Seguem as especificações do notebook e algumas dicas para configurar o áudio e a placa de rede sem fio no Ubuntu Jaunty, bem como alguns comentários sobre a sensacional webcam que acompanha o mesmo.

Leia o restante!

Pacotes do XFCE 4.6 para o Ubuntu

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Está disponível aqui um repositório com os pacotes do XFCE 4.6 para o Ubuntu. Divirtam-se!

Resolvendo o problema das webcams e do driver GSPCA no Ubuntu

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Há algum tempo, descrevi aqui os problemas do driver GSPCA com as versões do Kernel a partir da 2.6.27. Como o driver GSPCA é utilizado com a maioria das webcams disponíveis no mercado, esses problemas fizeram com que a maioria das pessoas não pudesse utilizar suas webcams no Ubuntu Intrepid. Felizmente! No último domingo à noite, sem nada para fazer, tentei instalar a nova versão do driver e… Adivinhem! Funcionou! :-) Agora, consigo novamente usar minha webcam com qualquer aplicativo. A seguir, descrevo os passos que utilizei para corrigir o problema.

Leia o restante!

A origem do símbolo e da pronúncia do @

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Antes da criação da imprensa, produzir um livro era muito caro e trabalhoso. Caro porque tinta e papel tinham um alto custo. Trabalhoso porque os livros só podiam ser escritos à mão. Por isso, ao escrever um livro, eram utilizadas diversas abreviações e símbolos. Por exemplo, a preposição ad do latim, que quer dizer “casa de”, era escrita com o símbolo @.

O tempo passou, a imprensa foi criada, mas o símbolo @ continuou sendo utilizado na contabilidade. Por exemplo, 10£3 significava “10 unidades de algum produto ao preço de 3 libras”. Essa notação confundia os espanhóis, que utilizavam a arruba, que, em árabe, significa “a quarta parte”, como medida de peso. Isto porque os produtos na Espanha sempre vinham em pacotes que pesavam uma arroba. Assim, para eles, 10£3 significava quase sempre “10 arrobas de um produto qualquer ao preço de 3 libras”. Com isso, com o tempo, o símbolo @ acabou sendo pronunciado como arroba.

Em 1971, quando Roy Tomlinson escreveu o primeiro cliente de e-mail, ele utilizou o @ para separar o nome de usuário do nome do servidor. Isto porque, nos E.U.A., o @ tinha o sentido de at, que quer dizer “em”. Assim, “fulano@servidor.net” representava “usuário fulano no servidor chamado servidor.net”.

Foi dessa forma que o @, que se pronuncia arroba, foi introduzido na nosso mundo digital. ;-)

Fonte: Revista Istoé.

P.S. Se alguém encontrar alguma utilidade para essas informações, por favor, deixe um comentário. :-)

Criando DVD com slideshow de fotos

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O DeVeDe é um ótimo software livre que tornou muito fácil criar um DVD com o GNU/Linux. Eu já o utilizo bastante para gravar em DVD os vídeos das minhas viagens. Também, é muito útil para assitir na TV esses vídeos que a gente pega por aí na internet. Contudo, o DeVeDe não ajuda a fazer slide show de fotos em DVD. Seria muito bom gravar em um mesmo DVD as fotos e os vídeos que são feitos, por exemplo, em um aniversário, não? Foi pensando nisso que eu achei o Imagination, um software escrito em C e GTK+2, que facilita muito a criação de slide show de fotos.

Utilizar o Imagination é bastante simples! Uma vez que as fotos tenham sido importadas, é possível específicar o tempo que cada foto aparecerá e o tipo de trasição entre uma foto e outra. São dezenas de efeitos de transição para se escolher. Depois disso, é dar um clique no botão “export” que o Imagination criará um vídeo mpeg. Agora, com auxílio do DeVeDe, esse vídeo mpeg pode ser incluído no DVD como se fosse um vídeo normal. ;-)

O Imagination depende do ffmpeg para funcionar corretamente. No Ubuntu Intrepid, você deve instalar os pacotes abaixo para que o Imagination consiga criar o vídeo mpeg corretamente.

sudo apt-get install libavcodec-unstripped-51 libavdevice-unstripped-52 libavformat-unstripped-52 libavutil-unstripped-49 libpostproc-unstripped-51 libswscale-unstripped-0

Bom divertimento!

O XFCE 4.6 está a caminho!

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Enquanto todo mundo só fala no KDE 4.2, eu estou ansioso pelo lançamento do XFCE 4.6. Eu adoro o XFCE! Fico impressionado como um sistema tão leve e rápido pode ser tão bonito e funcional. Hoje, visitando o blog oficial do projeto, li uma notícia avisando que o XFCE 4.6 está finalizado, empacotado e pronto para ser lançado nesta quinta ou sexta-feira. Sua principal mudança está na parte de configuração do sistema. Agora, existe o xconf-query, um sistema parecido com o gconf do Gnome. Claro! Também, há uma interface gráfica para o xconf-query (para quem não é geek). Para quem quiser ir mais a fundo nas novas características do XFCE, sugiro e leitura de um excelente artigo do linux.com.

Instalando novas fontes TrueType no Linux

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Hoje estive fazendo alguns trabalhos amadores de editoração eletrônica e senti a necessidade de uma nova fonte… Algo diferente das que eu já tinha instalado no meu notebook. Após uma breve busca na internet, achei o site dafont.com que possui uma infinidade de fontes com licença GPL. Todas as fontes do dafont.com estão distribuídas em categorias e com muitas informações sobre as mesmas. Dessa forma, fica muito fácil escolher uma fonte para fazer download.

Para instalar uma nova fonte, o melhor é colocar todos os arquivos das fontes (arquivos com extensão TTF) em uma mesma pasta, por exemplo, myfonts. Depois disso, no Ubuntu, basta copiar essa pasta para o diretório /usr/share/fonts/truetype/, executando o comando abaixo.

sudo cp -R myfonts /usr/share/fonts/truetype/

Em seguida, é necessário atualizar as fontes do sistema digitando o comando a seguir.

sudo fc-cache

Pronto! Depois disso, as fontes ficam disponíveis para todas as aplicações do sistema.

Debian vs. Ubuntu

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A última versão do Ubuntu, a Intrepid Ibex, trouxe muitos problemas! Para mim, esses deixaram o Ubuntu inutilizável. Por isso, resolvi mudar de sistema e testei o Debian Lenny. Durante o teste, apesar do Debian ser bem mais enxuto e rápido, vi que tarefas simples como instalar uma impressora são bem mais complicadas que no Ubuntu. Além disso, muitos problemas novos surgiram, como o problema das fontes horrendas do Lenny e a lentidão do driver 3D para as placas Intel. Neste tópico, relato como um usuário Ubuntu vê, enfrenta e tenta resolver os problemas de um sistema Debian.

A decepção com o Ubuntu Intrepid

Uso o Ubuntu desde a versão 4.04. Sempre achei o Ubuntu a melhor relação custo benefício dentre as distribuições. Até que a versão 8.10 foi lançada! :-( Já estava usando a versão 8.10 do Ubuntu desde pouco antes da versão RC1 ser lançada. O sistema estava bom, mas tinha uma série de problemas que eu achei que fossem ser corrigidos até a versão final do lançamento. Contudo, as correções nunca vieram.

Mesmo após o lançamento, não consegui usar minha webcam, o Nautilus continuava lento, as vezes tinha problema na hora de desligar meu notebook, o Firefox e o Acrobat Reader possuiam algumas falhas nos gráficos quando eram iniciados etc etc. Eram muitos pequenos problemas com os quais eu não estava disposto a conviver por seis meses até a próxima versão do Ubuntu.

Bom… Pelos pela decepção com o Intrepid, resolvi testar o Debian Lenny. Já que iria ter que formatar a minha máquina, por que não tentar o Debian? Foi o que fiz!

Instalando o Debian Lenny

A instalação do Debian foi fácil! O instalador não fez nenhuma pergunta que eu não soube responder. Contudo, achei um pouco mais demorada que a instalação do ubuntu. Mas, tudo bem! Afinal, só se instala o sistema uma vez. No entanto, logo na instalação, uma coisa chata aconteceu. O Debian parecia não ter o driver da minha placa de rede. Ficou pedindo para eu colocar o arquivo iwlwifi-3945-1.ucode em um pendriver e espeta-lo no meu notebook. Imagino que tal arquivo não tenha uma licença livre. Por isso, o pessoal do Debian não deve tê-lo colocado no CD. Isso me gerou um grande inconveniente! Além disso, se eu não tivesse um outro computador para acessar a internet, como eu continuaria a instalação?!

Obtido o tal arquivo, a instalação foi finalizada. O sistema fez o reboot e… O quê? Não tem interface gráfica? O que será que eu fiz para o Lenny ter instalado apenas o modo texto? Tudo bem! Bastou executar um apt-get install gdm gnome-desktop-environment para o ambiente gráfico ser instalado. (Mais alguns minutos de espera!)

Sistema gráfico instalado… Notei que o boot e a carga da interface gráfica ocorrem bem mais rápido que no Ubuntu. Também, desligar o computador torna-se bem mais rápido. Ponto positivo para o Debian. Acho que vou gostar desse sistema.

Resolvendo o problema da fontes horrendas no Lenny

Com o ambiente gráfico instalado, pude notar o quanto as fontes do Debian são feias. Mesmo após instalar as fontes da Microsoft, as fontes do meu sistemas estavam horrendas. “O que aconteceu? No Ubuntu não era assim!”

Após uma rápida busca na internet, achei vários sites dando a dica do dpkg-reconfigure fontconfig-config. Segui a dica! Mesmo assim, as fontes não ficaram iguais as do Ubuntu. O que será?

Em outro sites, vi que há um problema com o pacote FreeType no Debian. Por limitações de patente, esse pacote não parece vir com o sistema de suavização de fontes ativado. Então, fui até o site do FreeType, baixei o arquivo, compilei e instalei o pacote. O resultado foi nulo! Não vi nenhuma melhora nas fonts.

Procurando mais um pouco no internet, vi o site de um cara que havia criado uns patches para os pacotes libcairo2 e libxft2 do Debian. Pelas screenshots do site dele, era justamente o que eu precisava. Contudo, os pacotes estavam obsoletos. Não dava para instala-los no Lenny. Então, tive a idéia de instalar os pacotes libcairo2 e libxft2 que vêm no Ubuntu 8.04. Fiz isso e funcionou! Após a instalação, as fontes voltaram a ser tão bonitas quanto no Ubuntu.

A instalação de pacotes do Ubuntu no Lenny resolveu o meu problema com as fontes, mas criou um outro. Quando continuei a instalação de outros pacotes do Debian, notei que alguns pacotes novos eram incompatíveis com os do Ubuntu. Por exemplo, o pacote libcairo2 no Debian Lenny está na versão 1.6.4-6.1, enquanto que, no Ubuntu 8.04, a versão padrão é a 1.6.0-0ubuntu1. Algo parecido ocorre também com o pacote libxft2. Assim, não dá certo!

A solução que encontrei foi descompactar os pacotes do Ubuntu, mudar a versão dos pacotes internamente, empacota-los novamente e instala-los no Lenny. Funcionou! As fontes ficaram boas e não tive mais problemas com os pacotes. Contudo, eu sabia que isso era uma solução perigosa, que poderia me causar algum problema no futuro.

Instalando a impressora

Continuei instalando o Lenny e meu notebook foi ficando utilizável. Até que tentei imprimir um documento na impressora. Como instalar a impressora? O Lenny não instalou nenhuma gui para o CUPS. :-(

Após algumas buscas, instalei o pacote foomatic-gui. Esse é uma GUI razoável para instalação de impressoras. Contudo, onde estão os drivers? Não estavam instalados drivers para impressoras no Lenny. Eu uso notebook, imprimo de várias impressoras, em vários lugares. Tenho que ter a maior quantidade de drivers instalados possível. Por isso, tive que vasculhar a árvore de pacotes em busca de drivers. Achei muitos, sem maiores problemas, apenas gastando mais do meu pouco tempo e paciência.

Problema no driver de vídeo Intel

Quando usava a barra scroll em algum aplicativo, eu já havia notado que as coisas andavam meio lentas na parte gráfica do Debian Lenny. Não entendia a razão! Afinal, o driver 3D da minha placa de vídeo Intel já havia sido instalado e estava ativado (comando glxinfo | grep rendering). Contudo, quando fui assitir a um vídeo em tela cheia… Pelo amor de Deus! O vídeo ficava engasgando, o Debian Lenny não conseguia mostrar os frames na velocidade correta. Tudo era lerdo demais. Passei várias horas mexendo no meu xorg.conf, mas o problema não resolveu. O driver 3D estava ativado, mas os gráficos ficavam muito lerdos. Após algumas buscas nas páginas do Debian, vi que haviam alguns problemas com o driver Intel que acompanha o Lenny. (Vejam, por exemplo, esse site e esse outro.) Esse problema eu não tive como corrigir.

Voltando para o Ubuntu

Bom… Não vi nenhuma razão para continuar usando um sistema que deixe o meu notebook com um desempenho 3D probre. Por isso, resolvi voltar para o Ubuntu. Contudo, não para a versão 8.10. Na verdade, eu fiz um downgrade para a versão 8.04 do Ubuntu. Essa sim! Está rápida! Completamente configurada e compatível com o meu sistema. O jeito é esperar mais 6 meses pela próxima versão do Ubuntu e torcer para que ela seja mais compatível com o meu sistema. Também, desisti de vez do Debian. Apensar do sistema ficar mais enxuto e mais rápido, o Debian não é nada prático. Precisa de muito tempo para se afinar o sistema e deixa-lo redondo. Não estou disposto a gastar tanto do meu tempo só para deixar o sistema usável.

Problemas do driver GSPCA no Kernel 2.6.27

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Em 2003, um médico francês chamado Michel Xhaard deu uma webcam para sua filha e percebeu que o Linux não possuía driver para a câmera. Acontece que, como médico, muitos dos diagnósticos do Xhaard eram feitos em cima de interpretação de imagens. Assim, ele tornou-se um especialista em câmeras e resolveu suprir as necessidades do linux, criando drivers para mais de 200 tipos diferentes de câmeras. Foi assim que começou o projeto do driver GSPCA. Hoje em dia, a grande maioria das câmeras utiliza esse driver no Linux.

No ano de 2008, com o objetivo de tornar o uso de webcams no Linux mais automático, o driver GSPCA foi introduzido a árvore principal da versão 2.6.27 do Kernel. Infelizmente, a maioria das webcams utiliza uma compressão ou um formato de vídeo próprio que o driver incluído no Kernel não possui suporte. Por isso, um programador chamado Hans de Goede deu um jeito de contornar o problema. Ele criou uma biblioteca, a libv4l, que faz a ponte entre a compressão que as webcams possuem e o GSPCA incluído no Kernel. Isso significa que, para funcionar bem com o driver GSPCA, o código fonte das aplicações que usam vídeo (Cheese, aMSN, Ekiga, Skype etc) têm que ser modificados para usar a libv4l. Isso está acontecendo, por exemplo, no Fedora 10. O mesmo ainda não está acontecendo, por exemplo, no Ubuntu 8.10 que usa o Kernel 2.6.27. Por isso, no Intrepid, quem possui webcam compatível com o GSPCA não poderá utilizar a webcam com a grande maioria das aplicações. :-O

Felizmente, há um jeito de utilizar a webcam mesmo no Intrepid. Para isso, existe um wrapper (uma especie de tradutor) que deve ser carregado manualmente antes da execução da aplicação. Por exemplo, para utilizar vídeo com o Skype, que tem código fonte fechado e, por tanto, não pode ser feito compatível com a libv4l, execute o comando a seguir.

LD_PRELOAD=/usr/lib/libv4l/v4l1compat.so skype

Para usar uma aplicação diferente, no comando anterior, basta trocar skype pelo executável da aplicação que se deseja utilizar.

Infelizmente, para a minha webcam, mesmo com o wrapper, ainda não estou conseguindo usar vídeo com nenhuma aplicação. Vendo as mensagens do kernel com o dmesg, eu recebo algo como o que segue.

[ 2489.369834] gspca: frame overflow 615378 > 614400
[ 2489.429838] gspca: frame overflow 616402 > 614400
[ 2489.489819] gspca: frame overflow 616402 > 614400
[ 2489.549786] gspca: frame overflow 617426 > 614400
[ 2489.609780] gspca: frame overflow 617426 > 614400
[ 2489.668552] gspca: frame overflow 615378 > 614400

Ainda não consegui entender o problema para tentar soluciona-lo. Alguns dizem para usar a libv4l deste repositório, ao invés da que é encontrada nos repositórios do Intrepid. Fiz isso, mas, mesmo assim, continuo sem webcam. :-( Contudo, isso funcionou para muita gente, como pode ser visto aqui e aqui.

Finalizando, quem usa o kernel 2.6.27 e anda com problemas para usar a webcam, aconselho a visitar está página do Fedora 10 e as threads dos bugs 260918 e 273727 do Intrepid.

Atualização: Consegui resolver o problema do driver GSPCA no Ubuntu Intrepid. A solução está descrita aqui.

Os direitos autorais de todas as ilustrações pertencem aos respectivos autores e essas são reproduzidas na intenção de atender ao disposto no art. 46 da Lei 9.610. Contudo, se ainda assim alguma delas infringe direito seu, entre em contato para que eu possa removê-la imediatamente.

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