Google Tradutor

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O Google Translate pode traduzir todo o seu website em um único clique. É o internauta que escolhe em qual língua quer ler o texto.

Sempre quis manter esse blog em duas línguas. Contudo, já é difícil atualiza-lo escrevendo apenas em português. Imaginem ter que escrever tudo novamente em inglês. Além disso, tecnicamente, não sei como fazer para o Wordpress guardar duas versões do mesmo conteúdo. Por isso, ter um blog em português e inglês é um desses meus sonhos impossíveis. Felizmente, para minimizar o problema, o Google tem um serviço que permite traduzir todo o texto da página web em diversas línguas.

Instalação

A instalação é bastante simples. Basta ir até o site do Google Tradutor e escolher a opção Ferramentas e Recursos que fica do lado esquerdo da página. Depois disso, o importante é definir corretamente o idioma com o qual o seu website é escrito. Feito isso, basta inserir o código gerado pelo Google no código HTML da sua página web. Muito simples! Depois disso, quando algum estrangeiro acessar o seu website, receberá um aviso perguntando se ele deseja que o conteúdo seja traduzido. Tudo muito simples!

O resultado da tradução é aceitável. Contudo, isso também depende de qual correto estiver texto estiver escrito. Por exemplo, se o conteúdo do website estiver escrito em um português “pobre”, com um uso excessivo de gírias, evidentemente o Google Tradutor terá mais dificuldade em traduzir o texto. Contudo, a medida que o tempo passar, acredito que o serviço de tradução ficará cada vez melhor.

Um gerenciador de downloads diferente

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Recentemente, descobri um Tucan Manager, um aplicativo muito útil que facilita bastante uso de serviços como o Megaupload e o Easy-Share.

O Problema

Algo que está se popularizando cada vez mais na internet são os serviços de armazenamento de arquivos como o Megaupload, Easy-Share, RapidShare etc. É uma maneira rápida e barata dos webmasters compartilharem grande quantidade de dados. Contudo, para quem  quer fazer download desses dados, há muitas desvantagens. Por exemplo,

  • todos esses serviços funcionam com muita publicidade baseada em banners, anúncios em flash e janelas pop-ups;
  • é preciso esperar muitos minutos vendo propaganda até ser possível fazer o download dos arquivos;
  • é necessário decifrar um código de verificação numa imagem quase indecifrável.

Instalação e Uso

Isso tudo piora ainda mais quando o arquivo está dividido em vários pedaços, sendo necessário realizar o download um por vez.

Felizmente, para amenizar a dor dos internautas, existe o Tucan Manager, um aplicativo para Linux, Windows e MacOS que automatiza todo o processo de download.

O Tucan Manager funciona com a grande maioria dos serviços de hospedagem de arquivos. Basta escolher a opção Adicionar Downloads e “colar” os links na caixa de texto indicada. (Se o arquivo que se deseja estiver dividido em várias partes, pode-se adicionar todos os links na mesma caixa de texto.) Feito isso, é só pressionar o botão Verificar Links e, se eles estiverem OK, pressionar o botão Adicionar. Pronto! Desse ponto em diante, tudo o que for necessário para baixar o arquivo é feito pelo próprio Tucan. Isso inclui até mesmo decifrar os códigos de verificação.

No Ubuntu, a instalação do Tucan é bastante simples! Basta executar o comando a seguir.

sudo apt-get install tucan

O Tucan não consegue eliminar o tempo de espera entre um download e outro que, normalmente, é imposto nesse tipo de serviço de armazenamento de arquivos. Assim, uma vez que os links são inseridos no Tucan, leva um certo tempo até que o primeiro download inicie. Contudo, há uma automatização das tarefas. Por exemplo, é possível deixar o computador ligado durante a noite enquanto o Tucan se encarrega de fazer todo o serviço.

O aplicativo também tem muitas outras opções que eu não testei. Por exemplo, é possível fazer upload de arquivos que serão armazenados e entrar login/senha para usuários que possuem conta e não precisam fazer download anônimo.

Aspire One: Meu mais novo gadget

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Aspire One

Semana passada, precisei ir até Foz do Iguaçu a trabalho e acabei também indo até o Paraguai, na Cidad del Leste. Não há como deixar de ir ao Paraguai estando em Foz do Iguaçu. Afinal, há um ônibus que para em frente ao hotel onde fiquei e me deixou dentro da Cidade del Leste, em frente as lojas. Daí… Foi só escolher o que comprar, dentro da cota de USD 300,00.

Originalmente, o meu objetivo era comprar um celular com conexão Wi-Fi, que me fizesse ficar conectado quase todo o tempo e pagando pouco. Contudo, devido ao tamanho do teclado e da tela de um celular, sempre fico na dúvida se é realmente prático usar todas as funções de gadget desse tipo. Contudo, depois que vi o preço e a configuração do netbook Aspire One da Acer, desisti completamente da ideia de comprar um celular novo.

Por um preço menor do que o de um celular de última geração (apenas USD 345,00), eu comprei um netbook, com as configurações abaixo e com o qual estou fazendo 80% das atividades que fazia no meu notebook. Ter um netbook com uma tela de 10.1″ e pesando 1kg é algo muito prático. É possível leva-lo para qualquer lugar em uma bolsa comum como se fosse um caderno. Fechado, ele tem uma altura de 2,5 cm e é pouco maior do que as minhas duas palmas das mãos juntas.

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A origem do símbolo e da pronúncia do @

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Antes da criação da imprensa, produzir um livro era muito caro e trabalhoso. Caro porque tinta e papel tinham um alto custo. Trabalhoso porque os livros só podiam ser escritos à mão. Por isso, ao escrever um livro, eram utilizadas diversas abreviações e símbolos. Por exemplo, a preposição ad do latim, que quer dizer “casa de”, era escrita com o símbolo @.

O tempo passou, a imprensa foi criada, mas o símbolo @ continuou sendo utilizado na contabilidade. Por exemplo, 10£3 significava “10 unidades de algum produto ao preço de 3 libras”. Essa notação confundia os espanhóis, que utilizavam a arruba, que, em árabe, significa “a quarta parte”, como medida de peso. Isto porque os produtos na Espanha sempre vinham em pacotes que pesavam uma arroba. Assim, para eles, 10£3 significava quase sempre “10 arrobas de um produto qualquer ao preço de 3 libras”. Com isso, com o tempo, o símbolo @ acabou sendo pronunciado como arroba.

Em 1971, quando Roy Tomlinson escreveu o primeiro cliente de e-mail, ele utilizou o @ para separar o nome de usuário do nome do servidor. Isto porque, nos E.U.A., o @ tinha o sentido de at, que quer dizer “em”. Assim, “fulano@servidor.net” representava “usuário fulano no servidor chamado servidor.net”.

Foi dessa forma que o @, que se pronuncia arroba, foi introduzido na nosso mundo digital. ;-)

Fonte: Revista Istoé.

P.S. Se alguém encontrar alguma utilidade para essas informações, por favor, deixe um comentário. :-)

Ekiga 3.0

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Screenshot do Ekiga 3.0

O Ekiga 3.0 está quase pronto! Deve ser lançado junto com o Gnome 2.24, em 24 de setembro de 2008. Sempre usei o Ekiga para fazer ligações de longa distância para telefones fixos. É bem mais em conta do que usar as operadoras nacionais. Funcionava muito bem! Até o lançamento do Ubuntu Hardy que adotou o Servidor PulseAudio por padrão. Com isso, algumas aplicações que usam o sistema de som ALSA (como o Ekiga) deixaram de funcionar corretamente. Então, a solução está sendo usar a versão SVN do Ekiga 3.0. A instalação é bastante simples! Existem pacotes disponíveis para as distribuições mais populares. Não é preciso compilar nada! Depois de configurar os repositórios corretamente, basta ir à linha de comando e digitar o que segue.

sudo aptitude install ekiga-snapshot ekiga-snapshot-plugins-all-devices ekiga-snapshot-plugins-non-free-codecs

Se necessário, há um bom tutorial que ensina a configurar a maioria dos aspectos do Ekiga 3.0.

Depois de instalado, fica disponível um ícone do Ekiga e você está pronto para bater-papo por voz e vídeo. Quer dizer… Estaria se mais alguém no mundo usasse o Ekiga. Bom… Pelo menos, muitas vezes é essa a impressão que eu tenho. Uso o Ekiga desde sempre, mas a minha lista de contatos ainda está vazia. Meu catálogo de endereços é composto apenas de telefones fixos.

Onde está a galera do Ekiga? Se você é como eu, um usuário solitário do Ekiga, deixe o seu endereço SIP nos comentários desse tópico para testarmos esse aplicativo. Será mesmo que o Ekiga funciona? Eu bem que gostaria de saber! :-)

Ahh… Quase esqueci! O meu endereço é alexbr@ekiga.net. É mais fácil encontrar-me na rede do Gizmo5 (17476219763@proxy01.sipphone.com).

Você também pode inserir em seu blog um “botão de presença” da rede Ekiga.net, a rede na qual você é registrado quando cria uma conta no Ekiga. Assim, todo mundo saberá o seu status. Para isto, insira o código html que segue.

<script src="http://www.ekiga.net/status/presence.php?user=SEU_LOGIN" type="text/javascript"><!--mce:0--></script>

Evidentemente, no código anterior, você deve trocar “SEU_LOGIN” pelo seu login na rede Ekiga.net. O resultado sera algo como a imagem a seguir.

aMSN 2: A nova geração!!!

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Já há algum tempo, os desenvolvedores do aMSN anunciaram o aMSN2. Esta versão está programada para ser um super-cliente-MSN. Terá o seu núcleo escrito em Python e baseado no toolkit EFL (Enlightenment Foundation Libraries). Segundo os próprios desenvolvedores, a adoção da EFL foi muito discutida, pois ainda não foi lançado nenhum final release, estando o tookit em constante desenvolvimento.

Uma outra importante característica do aMSN2 é o seu desenvolvimento em 3 níveis independentes. Isto fará com que o usuário possa escolher o seu front end: GTK, QT, Cocoa (MacOS) etc. No caso do GTK, o front end será baseado no eMeSeNe, com muitas melhorias. Isto mesmo! Os desenvolvedores do eMeSeNe estão trabalhando em conjunto com a turma do aMSN. Contudo, o projeto eMeSeNe ainda será mantido para fornecer uma opção simples, em oposição ao aMSN2.

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Apresentando o MLDonkey

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Em 2001, eu estava morando em Florianópolis-SC. Nesse época, uma colega minha mudou para Manaus-AM e deixou-me o seu computador, um Pentium 133MHz. O computador tinha muito pouco recursos. Então, o que fazer com ele? Resolvi instalar o RedHat 7, pois o computador era lerdo demais até para o Windows 98. Foi assim que eu entrei no mundo GNU/Linux, por causa de um computador velho da minha amiga. :-)

Na mesma época, eu havia entrado recentemente no mundo da internet banda-larga via o plano de 300Kbps da BrasilTelecom e deixava o meu computador ligado muito tempo rodando o eDonkey, um programa peer-to-peer bastante popular naquela época. Assim, pensei em usar o Linux como um cliente peer-to-peer para baixar meus downloads 24h/dia e deixar o meu micro pessoal liberado para tarefas mais nobres. Para isso, o primeiro passo foi instalar um cliente peer-to-peer que fosse leve e pudesse ser controlado remotamente. Foi aí que conheci o MLDonkey.

Para mim, o MLDonkey é o mestre do compartilhamento, pois ele consegue conectar-se a particamente todas as redes peer-to-peer que existem (e as que não existem mais também). A lista de compatibilidade possui protocolos como eDonkey, Overnet, BitTorrent, FastTrack (KaZaA), Kad Network (Kademlia), DirectConnect e Gnutella. Acreditem! Ainda há mais protocolos com os quais o MLDonkey é compatível.

Além de ser multiprotocolo e multiplataforma (GNU/Linux, Windows e MacOS), o MLDonkey tem outras características bem interesssantes. Por exemplo, por padrão, ele é executado como um daemon e pode ser controlado via http, telnet ou através de diversas opções de clientes com interface gráfica. Também, ele tem capacidade para multiplas contas, onde cada usuário enxerga e pode gerenciar os seus próprios downloads. Além disso, é possível conectar-se a mais de um servidor ao mesmo tempo (Que tal conectar-se a 6 ou mais servidores eDonkeys de uma vez?). Hoje em dia, muitos programas peer-to-peer já possuem tais características. Contudo, o MLDonkey já as tem a vários anos.

Um outra característica interessante é a capacidade de executar um script bash logo após a finalização do download (opção file_completed_cmd). Isso permite, por exemplo, que os arquivos baixados sejam distribuídos em pastas em função do seu tipo. Assim, é possível guardar arquivos de música numa pasta, filmes em outras, executáveis em outra etc. Também, ações como, por exemplo, verificar se há vírus no arquivo, enviar um e-mail para o dono do download, também são possíveis. Evidentemente, para isto, é preciso entender um pouco de programação bash para fazer o script.

O MLDonkey também é muito seguro. Ao contrário do aMule, por exemplo, mesmo quando o gerenciamento via http, telnet e GUI estão habilitados, o MLDonkey pode ser controlado apenas localmente (IP 127.0.0.1). Para acessar de outro local, mesmo dentro da sua rede interna, é necessário antes cadastrar o IP ou a faixa de IPs (opção Allowed_ips do arquivo donkey.ini).

Com tantas vantagens, como o MLDonkey não é popular? Sinceramente, não sei. Talvés, seja devido a sua difícil configuração. Hoje em dia, meu MLDonkey está perfeitamente configurado, os arquivos vão chegando e eu apenas faço atualização do software a cada versão. Tudo é muito transparente. Contudo, no início, lembro que tive um pouco de trabalho.

É claro que o MLDonkey não tem apenas vantagens. Algo que faz muita falta nele é a ausência de ofuscação de protocolo, como no aMule, ou criptografia na rede Bitorrent, como no Vuze. Um outro problema é a quantidade de lixo que aparece quando se faz uma busca. Normalmente, ao se fazer uma busca, algo em torno dos 10 primeiros resultados são fakes. Creio que estes sejam gerados por servidores mau-intensionados querendo passar vírus para a turma do Windows. Nunca me preocupei muito com isso, pois os resultados falsos são facilmente identificados. Então, simplesmente, os ignoro.

O MLDonkey já foi acusado também de favorecer os Leechers, por não ter sistema de créditos com o aMule, ou seja, o usuário não precisa estar compartilhando nada e nem ter uma elevada taxa de upload para conseguir fazer os downloads. Sinceramente, não sei até que ponto isso é verdade. Primeiro porque eu sempre tive uma taxa de upload razoável. Também, porque acesso o MLDonkey via o Sancho e este não permite fazer download sem upload. De fato, o Sancho exige uma taxa de upload bem maior do que, por exemplo, o aMule. Contudo, não sei se isso é algo imposto pela GUI Sancho ou pelo MLDonkey em si.

O Sancho é minha GUI para o MLDonkey favorita. Ela é baseada em Java. Por isso, existe uma versão para virtualmente qualquer sistema operacional. Desde Windows até Solaris. Também, há uma versão para Linux compilada com o GCJ e compatível com GTK. De fato, ela integra-se lindamente ao Gnome. Infelizmente, de um tempo para cá, o desenvolvimento do Sancho está lento. A sua última versão foi lançada em meados de 2006. Contudo, não percebo bugs que me incomodem.

Não vou colocar aqui um passo a passo de como instalar o MLDonkey. É necessário baixar a última versão (aqui ou aqui), instalar, fazer um ajuste fino na configuração, tendo cuidado para liberar as portas corretas no firewall. Depois disso, é escolher uma GUI para o gerenciamento e ter paciência. Afinal, no peer-to-peer, paciência é tudo!

Quem tiver dificuldade na instalação ou no gerenciamento do MLDonkey, pode deixar uma mensagem aqui neste tópico. Tentarei sanar todas as dúvida, na medida do possível.

Ipernity

Fotografia, Internet Comente!

Eu gosto muito de fotografia. Por isso, logo descobri o Flickr. De início, usava o Flickr apenas para compartilhas fotos com amigos e familiares que moram longe, mas, logo depois, minha conta no Flickr tornou-se algo como uma galeria para expor algumas das minhas fotos mais legais.

Apenas algumas poucas semanas depois de descobrir o Flickr, eu conheci o Ipernity. Este é um website que tem a mesma função do Flickr e muitas outras mais. Ao invés de compartilhar apenas fotos, é possível compartilhar quase tudo no Ipernity como, por exemplo, fotos, mp3, vídeos e até mesmo pensamentos usando um sistema de Blog.

Quem gosta de liberdade, como eu, também vai gostar do Ipernity pela falta de censura. É claro! Já vi muitas contas do Ipernity serem excluídas por conta de pornografia. Contudo, nada que se comparece a neurose dos sensores do Flickr. No Ipernity, nú artístico é permitido. Assim, muitos fotógrafos profissionais expõem seus trabalhos no Ipernity. Dá pa curtir alguns bons momentos visitando fotógrafos como este ou este.

Bom… Pra melhorar, nessa semana, uma de minhas fotos foi escolhida para aparecer na primeira página do site, a página de login. :-) Estou reproduzindo a foto aí em baixo. Esta foi tirada nas minhas férias de 2007 quando, como usual, em passei viajando pelo nordeste. A praia da foto chama-se Paripueira e fica na cidade de mesmo nome, no interior de Alagoas. As praias de Alagoas são simplesmente maravilhosas.

Alone in the beach
Os direitos autorais de todas as ilustrações pertencem aos respectivos autores e essas são reproduzidas na intenção de atender ao disposto no art. 46 da Lei 9.610. Contudo, se ainda assim alguma delas infringe direito seu, entre em contato para que eu possa removê-la imediatamente.

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